Fez no dia 11, dois anos que partiste.
Partiste, mas desta vez sem dizer: "Adeus, até ao meu regresso!"
Durante tantos anos foste um pai que eu "não conheci", quando passei a amar-te, começaste a definhar, a sofrer e então partiste, e eu não pude gozar a tua companhia.
Durante 30 anos não nos conhecemos porque tu andavas embarcado a trabalhar, mas nas minhas recordações de infância estás sempre lá.
Na minha adolescencia e juventude senti que eras uma pessoa que me era completamente indiferente. Chegava a pensar que era uma vergonha não sentir nada por ti.
Mas quando eu menos esperava, revelaste-te...
Filha, o Carica trata-te bem? (tu percebeste o que mais ninguém percebeu, nem os meus amigos...)
Quando o deixei e a minha mãe "se envergonhou" tu só quiseste saber se eu estava melhor assim, e apoiaste-me.
Quando te apresentei o Carlos (sem a mãe saber) ficaste feliz por me veres feliz!
Quando te comecei a conhecer e me apaixonei completamente por ti, partiste. E pela primeira vez na minha vida partiu-se o meu coração.
O tempo passa, mas não cura! Sinto a tua falta. A impotencia de te recuperar é tão dolorosa que nunca pensei ser possível continuar a chorar passados 2 anos!
E se alguma vez te sentiste mal pelo facto de não me teres dado carinho ou acompanhado o meu crescimento, fica descansado porque o que me deste aos 40 valeu por tudo na vida.
Quando embarcavas dizias sempre: "Adeus, até ao meu regresso". Desta vez nem tivemos tempo de dizer adeus, mas penso que sentiste a festa que te fiz na cara quando entraste no Hospital. Tiveste de sentir! Não quero sequer imaginar que partiste sem saber que a tua filha estava contigo, ao teu lado até ao fim... Quando cheguei a casa da mãe já estavas na ambulância, não me deixaram ver-te. Esperei 20 minutos no passeio, que a ambulância te levasse para o Hospital, não saiu. Chegaram depois os médicos do INEM. Entravam e saiam da ambulância para o carro e do carro para a ambulância e não me diziam nada. Quando passada mais de 1/2 hora me disseram que ias para o Fernando da Fonseca, enfiei-me no Saxo, e não me perguntes como, mas quando entraste no Hospital eu já tinha estacionado o carro e estava à entrada das Urgências à tua espera. Foi quando entraste que te acariciei o rosto. Sentiste não sentiste? Eu acredito que sim, tal como acredito que voltaremos a encontrar-nos um dia mais tarde. Descansa em Paz!
quinta-feira, dezembro 14, 2006
2 ANOS!
Fez no dia 11, dois anos que partiste.
Partiste, mas desta vez sem dizer: "Adeus, até ao meu regresso!"
Durante tantos anos foste um pai que eu "não conheci", quando passei a amar-te, começaste a definhar, a sofrer e então partiste, e eu não pude gozar a tua companhia.
Durante 30 anos não nos conhecemos porque tu andavas embarcado a trabalhar, mas nas minhas recordações de infância estás sempre lá.
Na minha adolescencia e juventude senti que eras uma pessoa que me era completamente indiferente. Chegava a pensar que era uma vergonha não sentir nada por ti.
Mas quando eu menos esperava, revelaste-te...
Filha, o Carica trata-te bem? (tu percebeste o que mais ninguém percebeu, nem os meus amigos...)
Quando o deixei e a minha mãe "se envergonhou" tu só quiseste saber se eu estava melhor assim, e apoiaste-me.
Quando te apresentei o Carlos (sem a mãe saber) ficaste feliz por me veres feliz!
Quando te comecei a conhecer e me apaixonei completamente por ti, partiste. E pela primeira vez na minha vida partiu-se o meu coração.
O tempo passa, mas não cura! Sinto a tua falta. A impotencia de te recuperar é tão dolorosa que nunca pensei ser possível continuar a chorar passados 2 anos!
E se alguma vez te sentiste mal pelo facto de não me teres dado carinho ou acompanhado o meu crescimento, fica descansado porque o que me deste aos 40 valeu por tudo na vida.
Quando embarcavas dizias sempre: "Adeus, até ao meu regresso". Desta vez nem tivemos tempo de dizer adeus, mas penso que sentiste a festa que te fiz na cara quando entraste no Hospital. Tiveste de sentir! Não quero sequer imaginar que partiste sem saber que a tua filha estava contigo, ao teu lado até ao fim... Quando cheguei a casa da mãe já estavas na ambulância, não me deixaram ver-te. Esperei 20 minutos no passeio, que a ambulância te levasse para o Hospital, não saiu. Chegaram depois os médicos do INEM. Entravam e saiam da ambulância para o carro e do carro para a ambulância e não me diziam nada. Quando passada mais de 1/2 hora me disseram que ias para o Fernando da Fonseca, enfiei-me no Saxo, e não me perguntes como, mas quando entraste no Hospital eu já tinha estacionado o carro e estava à entrada das Urgências à tua espera. Foi quando entraste que te acariciei o rosto. Sentiste não sentiste? Eu acredito que sim, tal como acredito que voltaremos a encontrar-nos um dia mais tarde. Descansa em Paz!
domingo, novembro 26, 2006
"AQUELA"
Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis, porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam.
A vida apresenta-nos milhares de pessoas. E cada uma delas vem cumprir um papel connosco.
Todas elas ficam na nossa memória, nos nossos hábitos, nas nossas fotos, nas nossas recordações... e no meio de tudo o que se sente de dor ou de prazer.
Temos as amigas da família, as primas, irmãs e tias, que sempre estão indo e vindo da nossa vida, provando que o tempo passa, mas certas coisas nunca mudam.
Aquela amiga desbocada, engraçada, que não percebe até que ponto, tu és amiga dela.
Aquela com quem andas de braço dado para todo o lado.
Aquela a quem contaste sobre o primeiro garoto que gostaste.
Aquela que te dá dicas sobre roupas, pessoas, corte de cabelo e comportamento.
Aquela que é chorona
Aquela que te critica a cada cinco minutos.
Aquela que sabe tudo
Aquela melosa, que gosta de abraçar e mandar recadinhos de amor.
Aquela a quem contas absolutamente tudo, e sentes que foste entendida, e ficas aliviada.
Aquela que te dá broncas e te manda parar de roer as unhas.
Aquela que não tem vergonha de dizer que te ama.
Aquela que te apresenta os melhores amigos.
Aquela que passa contigo o momento mais difícil da sua vida.
Aquela que te liga todos os dias.
Aquela que nunca te liga.
Aquela intelectual, que te ensina milhares de coisas.
Aquela que te abraçou em silêncio e te sentiu chorar.
Aquela que te virou as costas quando mais precisaste.
Aquela que faz tudo por ti
Aquela egoísta.
Aquela que ouve quando tu estás apaixonada e passas horas falando do mesmo assunto.
Aquela que entende quando tu a deixaste para ficar com o teu namorado.
Aquela que exige a tua atenção.
Aquela idealista, com quem falas sobre os problemas existenciais da humanidade.
Aquela que só liga no dia do teu aniversário, e que mesmo assim tu adoras.
Aquela que parece tua mãe, e vive para te dar conselhos.
Aquela por quem sentes ciúme.
Aquela que invejaste secretamente.
Aquela por quem sentes um carinho enorme desde a primeira vez que a viste.
Aquela que pede a Deus por ti quando reza.
Aquela que magoaste porque a trocaste por outra que não valia nada.
Aquela que te deu o conselho certo, mas que tu não ouviste.
Aquela única com quem divides o que tens de mais precioso
Aquela que te paga coisas quando não tens dinheiro, ou mesmo quando tens.
Aquela a quem ajeitaste o véu antes de ela entrar na igreja para casar.
Aquela que sumiu e nunca mais soubeste nada dela.
Aquela que é uma irmã para ti.
Aquela que é sempre uma companhia gostosa, mesmo que o programa seja não ter nada para fazer...
E tem também a melhor amiga. Aquela que é simplesmente AQUELA.
Enviaram-me este texto, que alterei ligeiramente, mas que me fez pensar…
Eu não tenho muitas amigas. Relaciono-me facilmente com muitas pessoas, o que é diferente. Mas, há aqui “Aquelas” que me assentam que nem uma luva….
Aquela amiga desbocada, engraçada, que não percebe até que ponto, tu és amiga dela.» A Ana, miúda/adulta, cuja visão de miúda me ajuda muitas vezes a aproximar da miúda que tenho em casa.
Aquela que sabe tudo.» A Paula Tòvar. Que me corrigia constantemente nos meus erros de oralidade e de quem herdei essa mania…
Aquela que te virou as costas quando mais precisaste. » A Guida Palhota, que terminou a nossa amizade (?) por uma intriga duma pessoa que nem sequer conhecia. Foi talvez a amizade que mais me custou porque senti que não era recíproca. Se fosse Amiga, mesmo que a calúnia fosse verdadeira, teria falado comigo e ter-me-ia perdoado; se fosse realmente Amiga ter-me-ia dado o benefício da dúvida e não deu. Passaram 20 anos, mas ainda dói.
Aquela que invejaste secretamente.» A Tininha. Já lho confessei. Quando o meu casamento já andava às avessas e ela se casou. No dia do casamento dela invejei a paixão que ela sentia pelo Paulo.
Aquela que só liga no dia do teu aniversário, e que mesmo assim tu adoras.» Aqui não é Aquela, são Aquelas» Graça, Ana, Laura. E às vezes nem para isso ligam… Se não for eu a ligar, bem que posso esperar sentada…
Aquela que nunca te liga.» Será que parece mal dizer que é um amigo? O Amigo de quem mais saudades tenho. Porque sei que é amigo. No Natal vamos trocar de um novo Postal. Mas o que fica por saber… a saúde, a família, já terá netos? Por saber como ele é, respeito o silêncio e afastamento, mas tenho saudades.
E depois há a que reconhecemos ter sido diferentes “Aquela” em determinados momentos da nossa vida, ou que reúne várias “Aquela”:
com quem andei de braço dado para todo o lado; a quem contei sobre o primeiro garoto que gostei; com quem falas sobre os problemas existenciais da humanidade; que entendeu quando tu a deixaste para ficar com o teu namorado; que te deu/dá dicas sobre roupas, pessoas, corte de cabelo e comportamento; a quem contas absolutamente tudo, e sentes que foste entendida, e ficas aliviada; que não tem vergonha de dizer que te ama; que te apresenta os melhores amigos; que passou contigo o momento mais difícil da sua vida; que te abraçou em silêncio e te sentiu chorar; que faz tudo por ti; que te ouviu quando tu estavas apaixonada e passaste horas falando do mesmo assunto; a única com quem divides o que tens de mais precioso; que te paga coisas quando não tens dinheiro, ou mesmo quando tens; que é uma irmã para ti; que é sempre uma companhia gostosa, mesmo que o programa seja não ter nada para fazer...
E essa sim é a melhor amiga. A que é simplesmente Paula.
terça-feira, outubro 31, 2006
REENCONTRO
Já não estávamos as 3 juntas há mais de quantos anos? 12? Foi na casa da Ana quando a Leonor fez os 3 anos e o Miguel era Bébé e a Mariana um projecto...
A Surpresa do reencontro foi demais.
O que era para ser uma visita a casa de uma amiga transformou-se num reencontro de 3 grandes amigas de LICEU (sim, do tempo em que ainda havia Liceus e não Escolas E.B.2.3 e afins).
Foi tão bom recordar tanta coisa... os amigos que umas ou outras ainda vão contactando, a Carla, a Laura, o Miguel; os gajos bons do Liceu; os casamentos; os nascimentos dos filhos (cada uma teve um); os divórcios (cada uma teve um); tanta coisa... foi non stop até às 6 da manhã. O Maldito do pitassilgo é que não sabia tar calado! cantar daquela maneira às 10 da manhã?! Não há respeito. Se querem que o Homem respeite os Animais, os Animais também devem respeitar os Homens (neste caso, mulheres!)
Para a posteridade fica aqui a foto de Grupo. Motivo de orgulho e que espero que imprimam e guardem, para nunca se esquecerem que na casa dos 40 estamos realmente óptimas e não temos nada a ver com as mastronças desta fotografia!
Beijinhos.
terça-feira, outubro 17, 2006
domingo, outubro 15, 2006
Esta miúda mata-me!
Decididamente a minha família decidiu fazer história no Mundo do Crime. Eu fui expulsa da Faculdade por "prestar falsas declarações no boletim de matrícula", e a minha filha não querendo que a carreira criminosa da família ficasse por um episódio de há 26 anos atrás, decidiu encetar a sua própria carreira, dando assim continuidade à série.
"Sau, letss luk at de treiler"
No dia 12 de Maio de 2005 a Leonor e mais uns colegas da Turma foram, num "furo" de História (a Prof. faltou), fazer umas explorações numa casa abandonada, muito badalada na escola, por ter muita tralha lá dentro e as coisas parecerem ter sido abandonadas às pressas, sendo a casa assombrada e o quadro do último andar ter a cara dum velho que mexe os olhos, acompanhando o movimento das pessoas...
Entre casa e pátios, dividiram-se aos pares e andaram a vasculhar aquilo tudo... (A Leonor diz que até um fervedor com leite estava em cima do fogão e a mesa da cozinha estava com restos de comida e loiça suja... Mas isso não lhes interessou, eles queriam ver o dito quadro e quando iam subir a escada viram 1 dos colegas no pátio, a mexer num extintor. Quando estavam a chegar ao último andar começam a ter dificuldade em respirar, pois o espertinho soltou o pó do extintor dentro da casa e todos tiveram de ir para a rua respirar.
Enquanto esperavam que o "pó assentasse" apareceu a GNR e eles foram catados e identificados.
Entre tentativas de fuga, choros, sustos e tentativas de suborno, lá foram todos para casa sem perceber muito bem o que tinha acontecido...
Quando chegou à escola e me telefonou, com todo o seu tacto a Leonor disse-me: "Mãe, aconteceu uma coisa grave, mas não quero que tu te assustes; entrei numa casa abandonada e... "A primeira coisa que eu pensei foi "violaram-na!"... "drogados"...ela continuou... "apareceu a GNR e apanhou-nos!"
Confesso que só me deu vontade de rir, mas fiz o meu papel de mãe e apontei-lhe todos os perigos que um acto impensado daqueles poderia ter causado... nunca pensando eu que uma aventura destas pudesse dar numa acusação de "crime".
Pois acontece que a casa, pertença da Santa Casa da Misericórdia, tinha sido abandonada e fechada com todos os seus bens (até porcelanas das Índias, dizem) até ter sido vandalizada uns dias antes dos garotos lá irem e passar a ser circuito turístico obrigatório dos Alunos da Escola E.B. 2.3 de Mafra.
Após essa vandalização (arrombamento de janelas, portas interiores, vidros, estragos em extintores, alarmes arrancados, etc.) foi apresentada queixa-crime contra desconhecidos pela Santa Casa.
Ora estando a dita Santa com um processo crime aberto, quando os garotos lá foram catados, tiveram de ser "agregados" aos processo, uma vez que tinha havido também um acto de vandalismo (com o extintor) e o Tribunal teria de apurar se não foram eles que cometeram os actos anteriores...
Depois de depormos na GNR e irmos a uma audiência em Tribunal, fomos agora convocadas para nos entregarem o processo na GNR no qual "...em face da prova produzida importa ajuizar se existem indícios suficientes da prática de algum crime por parte dos menores..." e "...com efeito, nenhum dos menores se assumiu, e não foi produzida qualquer prova susceptível de colocar em crise as respectivas versões negatórias. Perante a ausência de prova outra alternativa não resta que não seja a de arquivar os autos"
Isto foi o que eu entendi de 10 páginas de processo.
Já agora, e só por curiosidade, em relação ao puto que accionou o extintor, "o crime perpetrado pelo menor que consistiu ter despejado o conteúdo do extintor (tendo a recarga o preço de 10,00 + IVA) atendendo às circunstâncias em que ocorreu não pode deixar de se considerar pouco grave na medida em que o imóvel onde estava instalado não constituía uma casa habitada; O crime de dano é punido com uma pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa; O comportamento do menor surge como um acto isolado sendo que não ocorrem outros processos contra o mesmo"
2 dos colegas da Leonor ainda estão envolvidos neste processo porque à data do "CRIME" já tinham completado 16 anos.
Segundo me informou a Advogada do Tribunal de Menores, se a Leonor voltar a estar envolvida em qualquer situação em que seja novamente identificada, aí vai ser considerada uma reincidência... Boa!
Só tenho a dizer:... Pais! não deixem os vossos filhos ver o "Clube das Chaves"... e "Uma Aventura"... aquilo é uma escola de criminosos que a Máfia conseguiu introduzir na TVI e na SIC, e que está a subverter as crianças e aos poucos a torná-las criminosas... Beijos
Sou um animal que ama!
Tenho muitos amores.
2 vivem comigo, cá em casa; outro vive em Monte Abraão e ajuda a criar os outros 2 que são filhos de ainda outro que vive em Massamá, com 2 dos seus amores. Tenho ainda mais um amor (diria antes, um "amoreco" que vive em Santarém, com os papás, que também são uns amores; e por fim tenho um grande, grande amor, que partiu para uma viagem sem regresso;
É claro que estou a falar da minha família; da Leonor e do Carlos, da mãe, da Mariana e do Duarte, do meu irmão (Cris e Afonso); do Francisco, Margarida e João e obviamente do meu Pai.
Mas tenho outros amores ainda, os amigos; os que dão saudades, como a Tininha, o Sá Leonardo, a Paula Tòvar; os "que piscam" como a Carlinha, a Graça, a São, a Laura, a Ana, a Gina; e os sempre presentes, como a Trinquita, a Fatinha...
Os meus últimos amores são recentes, a tia Rita e o Sr. Zé. As coisas não terão começado da melhor maneira, mas eles já me conquistaram... Depois tenho os "amorecos" com nomes especiais, Leandro, Igor e Viviane...
E penso que de amores...
É claro que não me esqueci de ti Paula, como poderia? Sabes que te adoro e que tens um cantinho muito especial no meu coração.
Gosto de ser vossa amiga e se não o digo nunca ou com pouca frequência: AMO-VOS! Obrigada pelo bem que me fazem...
Olá!
Também decidi ter um Blog! Às vezes dá-me para escrever e aqui darei asas à minha vontade e imaginação.
O Carlos achou boa ideia, quanto mais não fosse para registar os meus sonhos. Sonhos mesmo. Daqueles que sonhamos durante a noite quando estamos a dormir.
Eu sei porque é que ele disse logo isto. É que os meus sonhos são muito espatafúrdios, mas eu lembro-me quase sempre deles e gosto de os contar com todos os pormenores (o que convenhamos, se não houver muito trânsito, dá à vontade para não me calar toda a viagem de ida para o metro).
Mas vai ser difícil. É que eu só me lembro dos sonhos logo de manhã, e não me estão a ver a teclar no computador antes de sair de casa, pois não?
Logo veremos.
Até sempre!
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